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	<title>ZERUELA</title>
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	<description>Músicas em MP3 de boa qualidade</description>
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		<title>BETH CARVALHO</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 18:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>irapuan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Beth Carvalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Participava de programas de calouros desde criança, e estudou música na Escola Nacional. No início dos anos 60 participou de shows de bossa nova, e conseguiu projetar-se defendendo &#8220;Andança&#8221; (Danilo Caymmi/ Edmundo Souto/ Paulinho Tapajós) no Festival Internacional da Canção de 1968. Em 1971 gravou o samba-enredo &#8220;Rio Grande do Sul na Festa do Preto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px 10px;" title="Beth Carvalho" src="http://www.jornalwebminas.com.br/editorias/imagens/f7c7a93e74312bbf8f413f8e4efb815e.jpg" alt="" width="240" height="340" />Participava de programas de calouros desde criança, e estudou música na  Escola Nacional. No início dos anos 60 participou de shows de bossa  nova, e conseguiu projetar-se defendendo &#8220;Andança&#8221; (Danilo Caymmi/  Edmundo Souto/ Paulinho Tapajós) no Festival Internacional da Canção de  1968. Em 1971 gravou o samba-enredo &#8220;Rio Grande do Sul na Festa do Preto  Forro&#8221;, da escola Unidos de São Carlos, e desde então firmou-se como  sambista.</p>
<p>Celebrizou algumas interpretações de músicas de Cartola e  Nelson Cavaquinho e foi a primeira a registrar o pagode do Cacique de  Ramos no disco &#8220;Beth Carvalho na Fonte&#8221;, de 1978, em números como &#8220;Vou  Festejar&#8221; (Jorge Aragão/ Dida/ Neoci), &#8220;Ô Isaura&#8221; e &#8220;Marcando Bobeira&#8221;.  Fez grande sucesso com &#8220;Coisinha do Pai&#8221; (Jorge Aragão/ Almir/ Luís  Carlos), do LP &#8220;No Pagode&#8221;, de 1979. Outros êxitos foram &#8220;As Rosas Não  Falam&#8221; (Cartola), em 76, A Chuva Cai&#8221; (Argemiro/ Casquinha), em 80 e  &#8220;Virada&#8221; (Noca da Portela/Gilpert), em 81. Em 83, lançou Zeca Pagodinho  em seu LP de então, &#8220;Suor No Rosto&#8221; com o samba &#8220;Camarão que Dorme a  Onda Leva&#8221;, três anos antes do estouro do cantor com o &#8220;boom&#8221; do pagode.</p>
<p>Nos anos 90, seus sambas se afastaram das rádios, ficando mais  restritos aos shows e aos discos. Neste período homenageou os sambistas  paulistas (de raiz) com &#8220;Beth Carvalho Canta o Samba de São Paulo&#8221; (92) e  fez um belo álbum de sambas animados em 98, &#8220;Pérolas do Pagode&#8221;. Beth  voltou às rádios populares apenas em 99, com o &#8220;Samba de Arerê&#8221; (Xande  de Pilares/ Arlindo Cruz/ Mauro Jr.), do CD &#8220;Pagode de Mesa&#8221;, gravado ao  vivo. Outros sucessos de Beth Carvalho: &#8220;Folhas Secas&#8221; (Nelson Cavaquinho/  Guilherme de Brito), &#8220;1.800 Colinas&#8221; (Gracia do Salgueiro), &#8220;Saco de  Feijão&#8221; (Francisco Santana), &#8220;Vou Festejar&#8221; (Jorge Aragão/ Dida/ Neoci),  &#8220;Virada&#8221; (Noca da Portela/Gilpert), &#8220;Força da Imaginação&#8221; (Dona Ivone  Lara/ Caetano Veloso), &#8220;Firme e Forte&#8221; (Efson/ Nei Lopes), &#8220;Malandro Sou  Eu&#8221; (Arlindo Cruz/ Sombrinha/ Franco), &#8220;Fogo de Saudade&#8221;, &#8220;O Show Tem  que Continuar&#8221;.</p>
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		<title>BEZERRA DA SILVA</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 18:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>irapuan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bezerra da Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi de Pernambuco para o Rio de Janeiro aos 15 anos escondido em um navio, e lá ficou trabalhando na construção civil. Tocava percussão desde criança e logo entrou em um bloco carnavalesco, onde um dos componentes o levou para a Rádio Clube do Brasil, em 1950. A partir daí passou a atuar como compositor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px 10px;" title="Bezerra da Silva" src="http://www.baladagospel.com/images/bezerra_da_silva_imagem.jpg" alt="" width="240" height="374" />Foi de Pernambuco para o Rio de Janeiro aos 15 anos escondido em um  navio, e lá ficou trabalhando na construção civil. Tocava percussão  desde criança e logo entrou em um bloco carnavalesco, onde um dos  componentes o levou para a Rádio Clube do Brasil, em 1950.</p>
<p>A partir daí  passou a atuar como compositor, instrumentista e cantor, gravando seu  primeiro compacto e 1969 e o primeiro LP seis anos depois.  Inicialmente gravou cocos sem sucesso. Mas a partir da série Partido  Alto Nota 10 começou a encontrar seu público. O repertório de seus  discos passou a ser abastecido por autores anônimos (alguns usando  codinomes para preservar a clandestinidade) e Bezerra notabilizou-se por  um estilo &#8220;sambandido&#8221;, precursor mesmo do &#8220;gangsta rap&#8221;  norte-americano.</p>
<p>Antes do hip hop brasileiro, ele passou a transmitir do  outro lado da trincheira da guerra civil não declarada: &#8220;Malandragem Dá  um Tempo&#8221;, &#8220;Seqüestraram Minha Sogra&#8221;, &#8220;Defunto Cagüete&#8221;, &#8220;Bicho  Feroz&#8221;, &#8220;Overdose de Cocada&#8221;, &#8220;Malandro Não Vacila&#8221;, &#8220;Meu Pirão  Primeiro&#8221;, &#8220;Lugar Macabro&#8221;, &#8220;Piranha&#8221;, &#8220;Pai Véio 171&#8243;, &#8220;Candidato Caô  Caô&#8221;.</p>
<p>Em 1995 gravou pela Sony &#8220;Moreira da Silva, Bezerra da Silva e  Dicró: Os Três Malandros In Concert&#8221;, uma paródia ao show dos três  tenores, Pavarotti, Domingo e Carreras. O sambista virou livro em 1998, com &#8220;Bezerra da Silva &#8211; Produto do  Morro&#8221;, de Letícia Vianna.</p>
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		<title>ALMIR SATER</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 16:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>irapuan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almir Sater]]></category>

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		<description><![CDATA[Natural do Mato Grosso do Sul, tocava violão desde criança, mas só foi descobrir a viola caipira &#8211; instrumento que o celebrizou &#8211; no Rio de Janeiro, aonde foi estudar Direito. Desistiu de ser advogado e foi ter aulas com o violeiro Tião Carreiro. Mais tarde voltou para Campo Grande e formou a dupla Lupe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px 10px;" title="Almir Sater" src="http://alonegocios.files.wordpress.com/2009/08/almir_sater.jpg" alt="" width="240" height="390" />Natural do Mato Grosso do Sul, tocava violão desde criança, mas só foi  descobrir a viola caipira &#8211; instrumento que o celebrizou &#8211; no Rio de  Janeiro, aonde foi estudar Direito. Desistiu de ser advogado e foi ter  aulas com o violeiro Tião Carreiro. Mais tarde voltou para Campo Grande e  formou a dupla Lupe e Lampião.</p>
<p>Em 1979 foi para São Paulo e passou a acompanhar cantoras como Tetê  Espínola e Diana Pequeno, além de integrar o show &#8221; Vozes &amp; Violas&#8221;.  Seu primeiro disco, &#8220;Almir Sater&#8221;, saiu pela Continental em 1981, sendo  logo seguido por &#8220;Doma&#8221;, pela RGE.</p>
<p>Três anos depois montou a Comitiva Esperança, que viajou pelo pantanal  mato-grossense pesquisando a música e os costumes da região. Depois de  lançar outros discos e abrir o Free Jazz Festival de 1989, Sater atuou  na novela &#8220;Pantanal&#8221;, da TV Manchete, que o projetou nacionalmente,  junto com sua música.</p>
<p>Em seguida, continuou como ator, estrelando &#8220;Ana Raio e Zé Trovão&#8221;, da  mesma emissora. Afastou-se das novelas para se dedicar mais à música,  lançando &#8220;Terra de Sonhos&#8221; em 1994, mas dois anos mais tarde voltou a  atuar em &#8220;O Rei do Gado&#8221;, da TV Globo.</p>
<p>Almir Sater volta à cena em 2006, com o CD “Um Violeiro toca”, um resumo  de seus 25 anos de carreira. Destaque para a música-título do disco &#8220;Um  Violeiro Toca&#8221; e o sucesso &#8220;Tocando em Frente&#8221;.</p>
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		<title>ALDIR BLANC</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 15:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>irapuan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aldir Blanc]]></category>

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		<description><![CDATA[Carioca do Estácio, começou a compor na adolescência, época em que também aprendeu a tocar bateria. Foi como baterista que tocou no Teatro Azul e participou do grupo Rio Bossa Trio, que mais tarde virou GB-4. Nos anos 60 estudou medicina na universidade, especializando-se em psiquiatria. Participou de festivais, tendo classificado as composições &#8220;A Noite, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px 10px;" title="Aldir Blanc" src="http://1.bp.blogspot.com/_BOJDka7XFto/SvYCHn6-L8I/AAAAAAAAZNU/SsE4MOo34_o/s400/Aldir+Blanc.jpg" alt="" width="240" height="370" />Carioca do Estácio, começou a compor na adolescência, época em que  também aprendeu a tocar bateria. Foi como baterista que tocou no Teatro  Azul e participou do grupo Rio Bossa Trio, que mais tarde virou GB-4.  Nos anos 60 estudou medicina na universidade, especializando-se em  psiquiatria. Participou de festivais, tendo classificado as composições  &#8220;A Noite, A Maré e o Amor&#8221; (com Silvio da Silva Júnior) em 1968 no III  Festival Internacional da Canção; outras três no II Festival  Universitário de MPB, em 1969; e &#8220;Diva&#8221; (com César Costa Filho) e &#8220;Amigo  É pra Essas Coisas&#8221; (com S.S. Júnior) em 1970, no V FIC e III FUMPB,  respectivamente. Participou do MAU (Movimento Artístico Universitário) com seus amigos de  bairro, Ivan Lins, Gonzaguinha, César Costa Filho e Marco Aurélio, no  início da década de 70. No mesmo ano, conheceu João Bosco, um de seus  parceiros mais importantes e com quem conheceu os primeiros sucessos. A  principal intérprete de composições da dupla foi Elis Regina, que já em  1971 gravou &#8220;Bala com Bala&#8221;. Elis gravaria ainda &#8220;Mestre-sala dos  Mares&#8221;, &#8220;O Bêbado e a Equilibrista&#8221;, &#8220;Kid Cavaquinho&#8221;, &#8220;De Frente pro  Crime&#8221;, &#8220;Dois pra Lá, Dois pra Cá&#8221;, &#8220;Rancho da Goiabada&#8221;. Tendo atuação destacada na luta pelos direitos autorais, Aldir Blanc foi  um dos fundadores da Sombrás (entidade que dava apoio compositores que  brigavam por direitos autorais) e da Saci, Sociedade do Artista e  Compositor Independente. Em 1983 rompeu a parceria com Bosco. Com sua criatividade, riqueza e  fluidez verbal, nem sempre é fácil encontrar um compositor que se adeqüe  à poesia de Aldir. Teve vários outros parceiros, sendo os mais  constantes Moacir Luz e Guinga. Leila Pinheiro gravou em 1996 o disco  &#8220;Catavento e Girassol&#8221;, exclusivamente com composições da dupla  Guinga/Aldir Blanc. Com Moacir Luz e P.C. Pinheiro compôs &#8220;Saudades da  Guanabara&#8221;. Maurício Tapajós é o parceiro de &#8220;Querelas do Brasil&#8221;. Com  Guinga, além de &#8220;Catavento e Girassol&#8221;, escreveu &#8220;Baião de Lacan&#8221;,  &#8220;Canibaile&#8221;, &#8220;Chá de Panela&#8221;, &#8220;O Coco do Coco&#8221; e outras. Aldir é também cronista, e escreve colunas no jornal carioca &#8220;O Dia&#8221;. Em  1996 foi lançado o disco comemorativo &#8220;Aldir Blanc &#8211; 50 Anos&#8221;, com  diversas participações especiais. Também foi encenado em 1999 o musical  &#8220;Aldir Blanc, Um Cara Bacana&#8221;, escrito por Cláudio Tovar.</p>
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		<title>ALCIDES GERARDI</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 15:36:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Alcides Gerardi]]></category>

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		<description><![CDATA[O cantor João Alcides Gerardi nasceu em Porto Alegre, mas ainda criança mudou-se para o Rio de Janeiro. Trabalhou no comércio ao lado do pai até 1935, quando começou a carreira de cantor, como crooner numa orquestra de dancing. Em 1939, participou do grupo Namorados ao Luar como vocalista. Nesse mesmo ano, realizou uma gravação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px 10px;" title="Alcides Gerardi" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/252/410340.jpg" alt="" width="240" height="319" />O cantor João Alcides Gerardi nasceu em Porto Alegre, mas ainda criança  mudou-se para o Rio de Janeiro. Trabalhou no comércio ao lado do pai até  1935, quando começou a carreira de cantor, como crooner numa orquestra  de dancing. Em 1939, participou do grupo Namorados ao Luar como  vocalista. Nesse mesmo ano, realizou uma gravação particular do samba  &#8220;Não Faça Vontade a Ela&#8221;, de Nelson Cavaquinho. Dois anos depois, formou  o conjunto Os Três Marrecos, com Marília Batista e Henrique, irmão da  cantora, de curta duração. Em 1944, atuou como crooner da orquestra de  danças de Simon Bountman e foi convidado para trabalhar na Rádio  Transmissora. Seu primeiro disco comercial foi lançado pela Odeon em  1946, trazendo a música &#8220;Lourdes&#8221; (George Brasse e Mário Rossi). Três  anos mais tarde foi contratado pela Rádio Tupi, onde permaneceu até 53,  quando foi para a disputada Rádio Nacional. Gravou dezenas de discos,  especialmente na Odeon e na CBS, e foi também letrista de canções como  &#8220;Filha do Coronel&#8221; (com Irani de Oliveira), tendo parceiros como Ernani  Campos e Othon Russo. Obteve grande êxito com gravações como as de  &#8220;Antonico&#8221; (Ismael Silva), &#8220;Brotinho Maluco&#8221; (Aníbal Cruz), &#8220;Cabecinha  no Ombro&#8221; (Paulo Borges), &#8220;Saudades do Passado&#8221;, &#8220;Você Pensa&#8221;, &#8220;Só Resta  Lágrima&#8221;, &#8220;Castelo de Areia&#8221; (Geraldo Jacques, Isaías Freitas e  Meirinha), &#8220;E Eu Sem Maria&#8221; (Dorival Caymmi e Alcyr Pires Vermelho),  entre outras. Alcides morreu por complicações decorrentes de um acidente  de carro, quando voltava de um show pela Via Dutra.</p>
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		<title>AGNALDO TIMÓTEO</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 15:18:41 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Agnaldo Timóteo]]></category>

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		<description><![CDATA[Começou se apresentando em shows de calouros e circos no interior de Minas Gerais até ir para o Rio de Janeiro, em 1960, em busca da fama. Teve vários outros empregos até conseguir uma oportunidade no programa Hoje É Dia de Rock. E 1965 gravou seu primeiro disco, &#8220;Surge um Astro&#8221;, pela Odeon. Desde então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin: 5px 10px; border: 1px solid black;" title="Agnaldo Timoteo" src="http://www.desabafodromo.com.br/desabfamosos/2007/figuras/12agnaldo.jpg" alt="" width="240" height="362" />Começou se apresentando em shows de calouros e circos no interior de  Minas Gerais até ir para o Rio de Janeiro, em 1960, em busca da fama.  Teve vários outros empregos até conseguir uma oportunidade no programa  Hoje É Dia de Rock. E 1965 gravou seu primeiro disco, &#8220;Surge um Astro&#8221;,  pela Odeon. Desde então não parou mais de gravar e fazer sucesso, tendo  inclusive lançado discos o México, Estados Unidos e Inglaterra. Sua  carreira foi marcada por grandes sucessos como &#8220;A Casa do Sol Nascente&#8221;  (Alan Price/ versão de Fred Jorge), &#8220;Cartas de Amor&#8221; (Victor Young/  versão de Osvaldo Santiago), &#8220;Amor Proibido&#8221; (Dora Lopes/ Clayton), &#8220;Meu  Grito&#8221; (Roberto/ Erasmo Carlos), &#8220;Os Brutos Também Amam&#8221;, &#8220;A Noiva&#8221;,  &#8220;Aline&#8221;, &#8220;Quem Sabe?&#8221; (Carlos Gomes). Em 1982 se lançou na política e foi eleito deputado federal pelo PDT do  Rio de Janeiro. Foi candidato a governador em 1996 e vereador eleito do  Rio pelo PPB.</p>
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		<title>AMADO BATISTA</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 15:14:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Amado Batista]]></category>

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		<description><![CDATA[O cantor Amado Batista nasceu em Catalão, interior de Goiás, onde seus pais trabalhavam na lavoura. Aos 14 anos, foi para a capital e lá trabalhou em diversos ofícios, de faxineiro a balconista, chegando a subgerente de uma livraria. Em 70, aplicou suas economias comprando uma pequena loja de discos, conseguindo nos anos seguintes abrir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px 10px;" title="Amado Batista" src="http://www.an.com.br/anexo/2008/abr/fotos/04ane09.jpg" alt="" width="240" height="377" />O cantor Amado Batista nasceu em Catalão, interior de Goiás, onde seus  pais trabalhavam na lavoura. Aos 14 anos, foi para a capital e lá  trabalhou em diversos ofícios, de faxineiro a balconista, chegando a  subgerente de uma livraria. Em 70, aplicou suas economias comprando uma  pequena loja de discos, conseguindo nos anos seguintes abrir mais três  lojas na capital goiana. Nessa época já compunha e cantava, influenciado  principalmente por Roberto Carlos, e foi representante de um pequeno  selo de música regional, o Chororó. Por este selo conseguiu lançar seu  primeiro compacto duplo em 1975, aos 26 anos. Mas foi no ano seguinte  com a gravação de &#8220;Desisto&#8221; (com Reginaldo Sodré &#8211; seu parceiro  constante e assistente de produção de seus futuros discos) que ele  emplacou. Em 77, lançou seu primeiro LP, &#8220;Amado Batista Canta o Amor&#8221;,  pelo mesmo selo. Como a Chororó não tinha distribuição nacional, assinou  com a Continental, que o faria em breve um dos campeões de vendagem por  sua linha popular/romântica, com melodias simples e letras sentimentais  e dramáticas. Já em 79, estouraria nacionalmente com a balada &#8220;O Fruto  do Nosso Amor (Amor Perfeito)&#8221; (Vicente Dias e Praião II). Rapidamente,  passou a vender anualmente cerca de 1 milhão de discos. Em 82, estrelou o  filme &#8220;Sol Vermelho&#8221;, espécie de autobiografia, entremeada com seus  sucessos, sob direção de Antonio Milianet. Dentre seus sucessos  destacam-se &#8220;O Julgamento&#8221; (Walter José e Sebastião Ferreira da Silva),  &#8220;O Acidente&#8221; (Roberto Ney e Deny Wilson) e &#8220;Hospício&#8221; (Amado/ Reginaldo  Sodré). Em 85, contratado pela BMG, alcançou 1 milhão e meio de cópias  vendidas de um único LP. Nos anos seguintes, manteve-se vendendo entre  500 e 800 mil discos de álbuns como &#8220;Amado Batista&#8221; (87), &#8220;Dinamite do  Amor&#8221; (88), &#8220;Escuta&#8221; (89), &#8220;Eu Sou Seu Fã&#8221; (91) e &#8220;Ao Vivo&#8221; (98). Em 99,  voltou à gravadora Continental e lançou &#8220;O Pobretão&#8221; (99) e &#8220;Estou Só&#8221;  (2000). Já vendeu cerca de 13 milhões de discos.</p>
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		<title>ANA CAROLINA</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 14:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>irapuan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ana Carolina]]></category>

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		<description><![CDATA[Nascida em Juiz de Fora, a cantora, compositora, arranjadora, violonista e percussionista Ana Carolina começou cantando nos bares de sua cidade e teve seus primeiros espetáculos produzidos pela atriz e cantora Zezé Motta. Sua voz de timbre grave chamou a atenção de Luciana de Moraes, filha de Vinicius, que resolveu apostar em sua carreira. Assim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px 10px;" title="Ana Carolina" src="http://paperflower.blogs.sapo.pt/arquivo/ana%20carolina.JPG" alt="" width="240" height="310" />Nascida em Juiz de Fora, a cantora, compositora, arranjadora, violonista  e percussionista Ana Carolina começou cantando nos bares de sua cidade e  teve seus primeiros espetáculos produzidos pela atriz e cantora Zezé  Motta.</p>
<p>Sua voz de timbre grave chamou a atenção de Luciana de Moraes, filha de  Vinicius, que resolveu apostar em sua carreira. Assim, em 1999, Ana  lançou seu primeiro álbum, &#8220;Ana Carolina&#8221;, que teve como destaques a  música &#8220;Garganta&#8221; (feita para ela pelo compositor Totonho Villeroy) e as  recriações muito pessoais (entre o tango e o blues) de &#8220;Retrato em  Branco e Preto&#8221; (Tom Jobim e Chico Buarque) e &#8220;Alguém Me Disse&#8221; (de  Evaldo Gouvêia e Jair Amorim).</p>
<p>Em 2003, Ana Carolina lança seu terceiro CD, &#8220;Estampado&#8221;. Com esse  trabalho a cantora obtém reconhecimento da crítica e aprovação do  público. No mesmo ano é lançado o DVD “Estampado”, um misto de  filme-documento e musical.Além do show no Largo da Carioca, o DVD também  apresenta performances de voz e violão da artista.</p>
<p>Em 2005, Ana Carolina lança “Ana &amp; Jorge”, o álbum que registra um  show que a cantora fez em parceria com Seu Jorge em agosto de 2005, em  São Paulo.</p>
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		<title>ALCIONE</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 14:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>irapuan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alcione]]></category>

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		<description><![CDATA[Cantora e trompetista, aprendeu música com o pai, maestro de banda no Maranhão. Aos 20 anos foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou na TV Excelsior. Excursionou pela Argentina e Chile e voltou para o Brasil, radicando-se em São Paulo até seguir em turnê pela Europa, onde permaneceu por dois anos. Voltou para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px 10px;" title="Alcione" src="http://www.festasfortaleza.com.br/wp-content/uploads/2009/08/alcione.jpg" alt="" width="240" height="340" />Cantora e trompetista, aprendeu música com o pai, maestro de banda no  Maranhão. Aos 20 anos foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou na TV  Excelsior. Excursionou pela Argentina e Chile e voltou para o Brasil,  radicando-se em São Paulo até seguir em turnê pela Europa, onde  permaneceu por dois anos. Voltou para o Brasil em 1972 e três anos  depois ganhou o primeiro Disco de Ouro pelo LP &#8220;A Voz do Samba&#8221;.  Mangueirense desde que chegou ao Rio, Alcione foi enredo da escola de  samba Unidos da Ponte no carnaval de 1994.</p>
<p>Ao longo de sua carreira, foi premiada com dezenove discos de ouro,  dois de platina e um duplo de platina. Recebeu por dois anos  consecutivos o &#8220;Prêmio Tim &#8221; na categoria &#8220;Melhor Cantora de Samba&#8221;, nas  edições de 2004 e 2005.</p>
<p>Alguns de seus maiores sucessos foram &#8220;Não Deixe o Samba Morrer&#8221; (Edson/  Aluísio), &#8220;Sufoco&#8221; (Chico da Silva/ Venâncio), &#8220;Gostoso Veneno&#8221; (Wilson  Moreira/ Nei Lopes), &#8220;Rio Antigo&#8221; (Nonato Buzar/ Chico Anysio), &#8220;Nem  Morta&#8221; (Michael Sullivan/ Paulo Massadas), &#8220;Garoto Maroto&#8221; (Marcos  Paiva/ Franco).</p>
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		<title>ALCEU VALENÇA</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 14:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>irapuan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alceu Valença]]></category>

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		<description><![CDATA[Nascido em Pernambuco, cresce ouvindo música brasileira nos alto-falantes da feira da cidade, e aos 4 anos participa de um concurso infantil, interpretando Capiba. Nos anos 50 vai com a família para Recife, e mais tarde se envolve em atividades político-estudantis. Participa de festivais no final da década de 60, e em 1970 se forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nascido em<img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px 10px;" title="Alceu Valença" src="http://vishows.files.wordpress.com/2009/06/alceu.jpg" alt="" width="240" height="245" /> Pernambuco, cresce ouvindo música brasileira nos  alto-falantes da feira da cidade, e aos 4 anos participa de um concurso  infantil, interpretando Capiba.</p>
<p>Nos anos 50 vai com a família para Recife, e mais tarde se envolve em  atividades político-estudantis. Participa de festivais no final da  década de 60, e em 1970 se forma em Direito, exercendo a profissão por  apenas alguns meses.</p>
<p>Participou do Festival Universitário da TV Tupi com Geraldo Azevedo, com  quem gravou seu primeiro LP, em 1972 e ganhou projeção participando do  Festival Abertura, da TV Globo, em 75, com &#8220;Vou Danado Pra Catende&#8221;.</p>
<p>O sucesso mesmo aconteceu a partir de 80 com as músicas &#8220;Tropicana&#8221; (com  Vicente Barreto) e &#8220;Coração Bobo&#8221;.</p>
<p>Poeta e intérprete carismático, com uma obra que mistura as raízes  nordestinas com o pop e o rock, já lançou mais de vinte discos, tendo  suas músicas gravadas por outros intérpretes como Elba Ramalho (&#8220;Chego  Já&#8221; e &#8220;Ciranda da Rosa Vermelha&#8221;) e Maria Bethânia (&#8220;Na Primeira Manhã&#8221;,  &#8220;Junho&#8221; e &#8220;Tomara&#8221;).</p>
<p>Eclético, apresentou-se tanto no Festival de Jazz de Montreux (Suíça)  quando no Rock In Rio II, em 1991, tocando logo após o cantor funk  Prince.</p>
<p>Nos anos 90, fez sucesso com canções como &#8220;La Belle de Jour&#8221; e &#8220;Tesoura  do Desejo&#8221;. Em 1996, o show &#8220;O Grande Encontro&#8221;, com Alceu Valença, Elba  Ramalho, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo, trouxe o artista de volta ao  centro dos holofotes, que virou também CD, vendendo mais de 500 mil  cópias.</p>
<p>Outros sucessos de Alceu: &#8220;Talismã&#8221; (Geraldo Azevedo/ Alceu Valença),  &#8220;Papagaio do Futuro&#8221;, &#8220;Como dois animais&#8221; (Alceu Valença), &#8220;Cavalo de  Pau&#8221; (Alceu Valença), &#8220;Na Primeira Manhã&#8221; (Alceu Valença), &#8220;Anunciação&#8221;  (Alceu Valença), &#8220;Solidão&#8221; (Alceu Valença), &#8220;Pelas ruas que andei&#8221; (com  Vicente Barreto), &#8220;Estação da Luz&#8221;, &#8220;Amor Covarde&#8221;, &#8220;Bicho Maluco  Beleza&#8221; (Alceu Valença), &#8220;FM Rebeldia&#8221; (Alceu Valença), &#8220;Bicho Maluco  Beleza&#8221; (Alceu Valença) e outros.</p>
<p>Em maio de 2003, Alceu grava no Rio de Janeiro “Ao vivo em todos os  sentidos”, reunindo vários sucessos em CD e, pela primeira vez, em DVD.  Em julho, recebe o Prêmio Tim de Música Brasileira na categoria &#8220;Melhor  cantor regional&#8221;, pelo CD &#8220;De Janeiro a Janeiro&#8221;, em cerimônia realizado  no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.</p>
<p>Em 2005 lança seu 26º disco solo: “Na embolada do tempo”.</p>
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